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    Há um número expressivo de mulheres com câncer de mama em idade jovem. Muitas ainda sem filhos, ou mesmo desejando novas gestações futuras.

    A maioria dos tumores mamários é do tipo “receptores hormonais positivos”, e este tipo de câncer normalmente necessita de tratamento prolongado, por no mínimo cinco e as vezes dez anos (hormonioterapia ou terapia endócrina). As medicações utilizadas são contra-indicadas na gestação, portanto usualmente as mulheres eram advertidas de não engravidar durante todo o período do tratamento. Porém, no final do mesmo, a gestação se tornava um desafio, pois muito tempo tinha passado e a reserva ovariana, que determina a capacidade de engravidar, diminui drasticamente.

    A possibilidade das pacientes interromperem o tratamento por um período para tentar engravidar sempre foi um desejo de muitos (médicos e pacientes), porém não havia segurança conhecida para esta alternativa. Até agora… Há 3 dias foi apresentado o estudo POSITIVE, no maior congresso de mama do mundo, em San Antonio, no Texas. O estudo demonstrou que foi seguro para as pacientes interromperem as medicações após um período mínimo determinado (18-30 meses de tratamento)para engravidar, ter o parto e amamentar, retornando o uso dos remédios após esse intervalo. É uma grande notícia, há muito esperada. O tratamento da doença evoluiu consideravelmente nos últimos anos, possibilitando a cura da maioria das pacientes.

    Saber que a possibilidade de construir uma família é uma realidade traz ainda mais esperança para todos os envolvidos.

    Portal Câncer de Mama Brasil

    Dr. Eduardo Millen • Rio de Janeiro/RJ – CRM-RJ: 5263960-5
    Dr. Felipe Zerwes • Porto Alegre/RS – CRM-RS: 19.262
    Dr. Francisco Pimentel Cavalcante • Fortaleza/CE – CRM-CE: 7.765
    Dr. Guilherme Novita • São Paulo/SP – CRM-SP: 97.408
    Dr. Hélio Rubens de Oliveira Filho • Curitiba/PR – CRM-PR: 20.748
    Dr. João Henrique Penna Reis • Belo Horizonte/MG – CRM-MG: 24.791

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